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 A pandemia do Covid-19 forçou governos ao redor do mundo a fecharem suas escolas físicas e se adaptarem à aprendizagem remota. No Brasil, mais de 180.000 escolas do ensino fundamental e médio estão fechadas por causa do Covid-19. Por volta de 47 milhões de alunos — e seus pais e professores — estão descobrindo como aprender virtualmente. Embora seja um periodo desafiante — com desigualdades em termos de accesso à internet e computadores, e com dinâmicas familiares afetadas — muitas escolas públicas e privadas têm conseguido se adaptar.

Com o segundo semestre batendo na porta, está cada vez mais claro que os efeitos da pandemia do Covid-19 não são temporários e que a volta dos alunos às escolas não será uma volta ao “normal.”

Como será a educação no Brasil em um mundo com Covid-19? Quais são as lições aprendidas do primeiro semestre? O que as escolas e educadores podem fazer para não perder o ano letivo? Essa é a principal pergunta no debate de legisladores e educadores sobre como educar alunos brasileiros na segunda metade do ano escolar, enquanto o novo coronavírus continuar sendo uma ameaça. Ao mesmo tempo, a crise tem aberto espaço para uma discussão mais alargada sobre soluções criativas e inovadoras para os desafios educacionais de longo prazo do Brasil.

No dia 8 de julho, o Brazil Institute e a Fundação Lemann organizaram uma discussão sobre o futuro da educação no Brasil em um mundo com Covid-19, e sobre como educadores e formuladores de políticas públicas podem utilizar tecnologias para que alunos e professores possam retornar para uma sala de aula digitalizada.

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Brazil Institute

The Brazil Institute—the only country-specific policy institution focused on Brazil in Washington—works to foster understanding of Brazil’s complex reality and to support more consequential relations between Brazilian and U.S. institutions in all sectors.  Read more